O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado por forças dos Estados Unidos durante uma grande operação militar lançada contra o país na madrugada de 2 para 3 de janeiro de 2026, e levado para fora da Venezuela para enfrentar acusações criminais nos EUA. Desde então, ele está fora do poder de fato, enquanto Washington anuncia planos de comandar temporariamente o país até uma “transição segura”.

Quick Scoop

  • Operação militar surpresa
    • Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, os EUA lançaram ataques aéreos de grande escala em vários alvos na Venezuela, inclusive em Caracas, sob o codinome “Operation Absolute Resolve”.
* Testemunhas relataram explosões e bolas de fogo no céu da capital pouco antes do anúncio oficial da Casa Branca.
  • Captura de Nicolás Maduro
    • Donald Trump anunciou que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram “capturados e levados para fora do país” por forças especiais norte‑americanas, com participação da Delta Force e de órgãos de segurança dos EUA.
* Autoridades norte‑americanas afirmam que ele será julgado nos Estados Unidos por acusações de “narcoterrorismo” e tráfico de drogas que já vinham sendo feitas desde 2020.
  • Situação política interna na Venezuela
    • Após a captura, a vice‑presidente Delcy Rodríguez declarou que Maduro e Cilia Flores estão “desaparecidos” e exigiu “prova de vida”, contestando a narrativa dos EUA.
* Washington afirma que “vai administrar” a Venezuela temporariamente até uma transição, enquanto reconhece o líder opositor Edmundo González como vencedor das eleições anteriores e defende uma mudança de regime.
  • Contexto recente antes da operação
    • Maduro já era amplamente contestado por parte da população e por governos estrangeiros, sobretudo após a crise política e as denúncias de fraude em eleições anteriores.
* Os EUA haviam aumentado sanções e elevaram inclusive a recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro, além de classificá‑lo como ligado a redes de narcotráfico.

Várias visões sobre o que aconteceu

  • Para o governo dos EUA:
    • A operação é apresentada como cumprimento de mandados criminais e como ação contra um “Estado narcoterrorista”.
* O discurso oficial fala em “liberdade” e “justiça” para o povo venezuelano, prometendo uma transição política futura.
  • Para aliados de Maduro e parte da esquerda internacional:
    • O episódio é visto como uma intervenção militar e violação da soberania venezuelana, comparada a tentativas de mudança de regime em outros países.
* Questões legais e de direito internacional são levantadas sobre a captura de um chefe de Estado em exercício.
  • Para parte da oposição venezuelana:
    • Alguns veem a captura como uma oportunidade para encerrar anos de autoritarismo, crise econômica e repressão.
* Outros temem o vácuo de poder, instabilidade e o fato de um ator externo, os EUA, assumir papel direto na condução do país.

Situação atual do “presidente da Venezuela”

  • Maduro está sob custódia norte‑americana, com perspectiva de julgamento em tribunais dos EUA por narcotráfico e “narcoterrorismo”.
  • Dentro da Venezuela, o poder prático tende a se concentrar em figuras como a vice‑presidente Delcy Rodríguez e em arranjos que ainda estão sendo disputados politicamente, enquanto a interferência direta de Washington aumenta.
  • O cenário é altamente fluido, com risco de mais instabilidade interna, disputas de legitimidade e forte reação internacional – tanto de países que apoiam a operação quanto de governos que a condenam.

Informações baseadas em notícias e dados públicos disponíveis na internet.