Lula disse que os bombardeios dos Estados Unidos na Venezuela e a captura de Nicolás Maduro “ultrapassam uma linha inaceitável” e representam um grave ataque à soberania venezuelana.

O que exatamente Lula falou

  • Em postagem na rede X, Lula afirmou que os bombardeios em território venezuelano e a captura do presidente do país cruzam uma linha inaceitável , classificando a ação como um grave afronta à soberania da Venezuela.
  • Ele disse ainda que a operação cria um “precedente extremamente perigoso” para toda a comunidade internacional e para a América Latina em particular.

Tom e sentido da declaração

  • Lula enquadrou o episódio como um caso de intervenção externa que lembra “os piores momentos de interferência” na política latino‑americana, criticando o uso da força para derrubar ou capturar um chefe de Estado.
  • Ao mesmo tempo, ele reafirmou a posição tradicional da diplomacia brasileira de defesa do diálogo e de soluções negociadas, dizendo que o Brasil se mantém disponível para promover conversas e cooperação em vez de ações militares.

Contexto político e regional

  • A fala veio após ataques militares dos EUA à Venezuela e a captura de Maduro e de sua esposa, o que provocou reação de vários governos da região, com Lula se colocando entre os que veem a operação como violação da soberania venezuelana.
  • Mesmo tendo se afastado de Maduro em outros momentos — por exemplo, ao não endossar plenamente as eleições venezuelanas de 2024 —, Lula, neste caso, optou por defender o princípio de não intervenção e criticar duramente a ação liderada pelos EUA.

TL;DR: Lula disse que os bombardeios dos EUA e a captura de Maduro “ultrapassam uma linha inaceitável”, são uma grave afronta à soberania da Venezuela e criam um precedente extremamente perigoso na região.

Informação obtida com base em notícias e análises públicas disponíveis na internet.