Nicolás Maduro foi capturado pelos EUA após uma operação militar de grande escala contra a Venezuela no início de janeiro de 2026, e está a caminho de ser julgado em tribunais norte‑americanos sob acusações de narcoterrorismo e outros crimes.

O que aconteceu agora com Maduro

  • Na madrugada de 2 para 3 de janeiro de 2026, os EUA lançaram uma ofensiva militar contra a Venezuela, com explosões relatadas em Caracas e em áreas estratégicas do país.
  • Durante essa operação, Maduro e a esposa foram capturados em sua residência e levados para um navio de guerra dos EUA, sendo depois transportados em direção a Nova York para responder a processos criminais.
  • O governo venezuelano classificou a ação como “agressão militar extremamente grave” e declarou estado de emergência nacional.

Acusações e situação jurídica

  • As autoridades dos EUA o acusam de chefiar um “regime corrupto e ilegítimo” envolvido em narcotráfico em larga escala, incluindo conspirações de narcoterrorismo e importação de cocaína para território norte‑americano.
  • A nova acusação reforça um indiciamento original de 2020, que já apontava Maduro como figura central do chamado “Cartel de los Soles” e de alianças com outros grupos criminosos transnacionais.
  • A promessa pública do governo Trump é submetê‑lo à “força total da justiça americana em solo americano”, o que aponta para um julgamento de alto impacto político e midiático.

Consequências imediatas na Venezuela

  • A captura de Maduro cria um vácuo de poder em Caracas, com figuras do partido governista denunciando um “sequestro” do presidente e pressionando por apoio internacional.
  • A operação reacendeu memórias da invasão do Panamá em 1990, quando Manuel Noriega também foi levado aos EUA, e levanta debates sobre soberania, direito internacional e intervenções militares unilaterais.
  • Organismos internacionais e alguns países expressam preocupação com o precedente de remover à força um chefe de Estado em exercício, mesmo sob acusações graves de crimes transnacionais.

Como isso virou assunto “trending”

  • A ação foi anunciada diretamente pelo presidente Donald Trump nas redes sociais, com foto de Maduro sob custódia em um navio de guerra, o que amplificou o impacto e a circulação das imagens online.
  • Debates em fóruns e redes giram em torno de temas como:
    • “Libertação” vs. “ocupação” da Venezuela.
    • Se os EUA “vão mandar no país agora”, ecoando a própria frase de Trump de que os EUA iriam “comandar o país” após a captura.
* Medo de escalada regional e comparação com outros casos em que líderes foram depostos por ação externa.

Múltiplas visões sobre o que aconteceu

  • Para opositores de Maduro e parte da comunidade internacional crítica ao regime, a captura representa o fim de um governo considerado autoritário e envolvido em redes criminosas, abrindo espaço para transição política.
  • Para o governo venezuelano, aliados externos e alguns analistas, trata‑se de um ato de guerra e de violação da soberania, com risco de transformar a Venezuela em um protetorado de fato ou em palco de conflito prolongado.
  • Entre analistas de geopolítica e discussões em fóruns, há especulação sobre:
    • Quem assumirá o poder em Caracas.
    • Se haverá resistência armada interna.
    • Se um acordo político apoiado por potências externas pode emergir após a remoção de Maduro.

TL;DR: Nicolás Maduro foi removido do poder em uma ofensiva militar americana, capturado com a esposa e levado para enfrentar acusações de narcoterrorismo e narcotráfico nos EUA, enquanto a Venezuela entra em estado de emergência e o mundo discute se isso é justiça contra um regime criminoso ou um perigoso precedente de intervenção e violação de soberania.

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