O Will Bank foi liquidado pelo Banco Central do Brasil em janeiro de 2026, o que levou à paralisação das operações do banco digital e ao bloqueio temporário do acesso dos clientes aos serviços.

O que aconteceu com o Will Bank

  • O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank, integrante do Grupo Master (ligado ao Banco Master, já liquidado antes).
  • Com a decisão, operações como Pix, transferências, pagamentos e uso do cartão de crédito foram suspensas, deixando muitos clientes sem acesso imediato ao saldo e aos serviços.
  • A medida foi motivada por problemas na situação econômico-financeira da instituição e pelo vínculo com o Banco Master, que já estava em processo de liquidação.

Situação dos clientes e dinheiro parado

  • Clientes relataram que, ao entrar no app, o saldo deixou de aparecer e as transações estavam indisponíveis, o que gerou grande volume de reclamações em redes sociais e fóruns.
  • O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foi acionado: ele cobre até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição, para depósitos elegíveis (como conta, poupança e alguns tipos de aplicações).
  • A mídia aponta que ainda não há um prazo definido para liberação dos valores pelo FGC, o que significa que o ressarcimento pode levar algum tempo, seguindo o cronograma que o FGC ainda irá detalhar.

Breve história: ascensão e queda do Will Bank

  • O Will Bank surgiu como fintech por volta de 2017 (Will Financeira), aproveitando a onda de bancos digitais como Nubank, oferecendo cartão de crédito e depois conta digital sem tarifa e com forte foco em marketing com influenciadores.
  • A marca ganhou destaque com campanhas com famosos e posicionamento “banco descomplicado”, atraindo muitos autônomos e clientes fora do eixo dos grandes bancos.
  • Com o tempo, a operação foi se aproximando do Grupo Master, e o laço com o Banco Master acabou sendo determinante: após os problemas deste, o risco se espalhou e culminou na liquidação do Will Bank pelo regulador.

E agora? Pontos importantes para clientes

  • Dívidas (como faturas de cartão) continuam existindo: especialistas orientam que o cliente não pare de pagar o que deve, mesmo com a liquidação, para evitar juros e negativação.
  • Quem tem dinheiro preso deve acompanhar:
    • Comunicados oficiais no site do Will Bank e do Banco Central.
* Informações do FGC sobre quando e como será feito o pagamento da garantia (geralmente por meio de um banco pagador ou plataforma indicada).
  • Canais de notícias econômicas e de consumo estão cobrindo o caso praticamente em tempo real, pois o episódio entra no contexto mais amplo de riscos em bancos digitais e consolidação do sistema financeiro brasileiro.

Contexto mais amplo e percepção nos fóruns

  • Em fóruns e redes sociais, muitos usuários comparam o caso Will Bank com outras crises de instituições financeiras, discutindo:
    • A confiança em bancos digitais menores.
    • A importância do FGC e de diversificar onde se guarda o dinheiro.
  • O caso também alimenta o debate sobre regulação de fintechs, já que o crescimento rápido dessas empresas nos últimos anos agora passa pelo “teste de estresse” de períodos de maior risco e supervisão mais rígida.

Informação reunida com base em notícias recentes e discussões públicas sobre o tema.
Nota: Information gathered from public forums or data available on the internet and portrayed here.