Nicolás Maduro, no poder desde 2013, levou a Venezuela a uma combinação de autoritarismo político, colapso econômico e crise humanitária, segundo organismos internacionais e múltiplos meios de imprensa. Ao mesmo tempo, mantém apoio de parte das forças armadas e de aliados internacionais, usando o discurso da “revolução bolivariana” e da luta contra os EUA para se sustentar no poder.

Consolidação do poder político

  • Maduro sucedeu Hugo Chávez em 2013 e, desde então, concentrou poder no Executivo, enfraquecendo o Parlamento controlado pela oposição e reforçando a influência do Exército e serviços de inteligência.
  • Ele passou a usar tribunais alinhados ao governo e forças de segurança para perseguir opositores, inabilitar candidatos e reprimir protestos, o que gerou denúncias de violações de direitos humanos de entidades como ONU e Human Rights Watch.

Economia e crise social

  • Sob Maduro, a Venezuela enfrentou hiperinflação extrema, colapso da produção de petróleo e forte queda do PIB, resultando em empobrecimento massivo da população.
  • A combinação de má gestão econômica, corrupção e sanções internacionais agravou a escassez de alimentos, remédios e serviços básicos, impulsionando o êxodo de milhões de venezuelanos para países vizinhos.

Direitos humanos e repressão

  • Relatórios de organizações internacionais denunciam prisões arbitrárias, tortura e maus-tratos em centros de detenção de serviços de inteligência, como o El Helicoide, usados contra opositores e críticos do regime.
  • Há acusações de crimes contra a humanidade, incluindo execuções extrajudiciais e repressão violenta a protestos, que levaram a investigações em instâncias internacionais.

Últimos desdobramentos e contexto internacional

  • A relação com os EUA deteriorou-se ao longo dos anos, com acusações de narcotráfico contra Maduro, sanções econômicas e conflitos diplomáticos constantes.
  • Em 2026, a situação atingiu um novo nível de confronto com ações militares dos EUA em território venezuelano e a captura de Maduro anunciada por Washington, gerando forte controvérsia jurídica e política internacional.

Visões opostas sobre Maduro

  • Seus apoiadores o veem como continuador da revolução chavista, resistente ao que chamam de “imperialismo” e defensor de programas sociais e subsídios para os mais pobres.
  • Seus críticos o consideram um líder autoritário responsável pela destruição da economia, pela crise humanitária e por um padrão sistemático de violações de direitos humanos e esvaziamento da democracia venezuelana.

TL;DR: Maduro concentrou poder, desmontou instituições democráticas, conduziu a economia ao colapso e foi acusado de graves violações de direitos humanos, o que, somado ao confronto com os EUA, mergulhou a Venezuela em uma crise política, social e internacional sem precedentes recentes na região.

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